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CONSULTÓRIO EMPRESA FAMILIARCaro Consultor:
O meu pai morreu há alguns anos e eu e a minha irmã agora lideramos a empresa familiar. Temos um óptimo relacionamento e o negócio é muito rentável para fazer face a todas as nossas necessidades. Estamos ambos na casa dos quarenta com filhos com idades entre os cinco e os catorze anos.
Esta questão pode parecer estranha mas estamos a enfrentá-la. Não queremos pressionar os nossos filhos para virem trabalhar para a empresa familiar mas queremos dar-lhes a oportunidade. No entanto, sem conhecermos se os nossos filhos quererão o negócio, nós não sabemos se havemos de trabalhar muito para continuar a fazê-lo crescer por forma a atingir estabilidade ou talvez devamos começar a organizar-nos para uma possível venda. Estamos um pouco confusos, numa espécie de espera até que os nossos filhos cresçam. Algum conselho?
Se tiver accionistas externos a pressioná-lo, ficará logo a saber se terá de vender o negócio ou de fazê-lo crescer. Mas enquanto dois irmãos, numa fase semelhante de vida, com objectivos e valores comuns, deve sentir-se com a extraordinária liberdade para, por um lado, adoptar estratégias direccionadas não só para o mercado como também para os vossos próprios desejos. Não tem obrigação de fazer crescer o negócio, mas tenha cautela. É muito difícil manter o negócio estável, e fazer a mesma coisa o tempo todo pode levar a uma saturação por parte dos seus colaboradores e de vocês próprios. Uma empresa pouco interessante, é improvável que seja uma escolha atraente para os seus filhos.
O nosso conselho: Clarifique os seus próprios objectivos, individuais e de conjunto. Suponho que um dos objectivos seja ter um negócio saudável que pode fazer crescer, manter ou vender consoante as circunstâncias. Se for esse o caso, algum crescimento (não necessariamente um crescimento agressivo) é desejável. Preste atenção à criação de valor, seja para si, para os seus filhos ou para vender caso seja essa a opção.
O tempo é muito importante nas empresas familiares. Por causa da sua idade e da idade dos seus filhos, as questões acerca das quais nos abordou ainda são prematuras. No entanto, a chave é estar preparado quando as mesmas estiverem maduras. Será mais cedo do que pensa.
O Consultor UNILCO
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CONSULTÓRIO EMPRESA FAMILIARCaro Consultor:
O meu pai morreu há alguns anos e eu e a minha irmã agora lideramos a empresa familiar. Temos um óptimo relacionamento e o negócio é muito rentável para fazer face a todas as nossas necessidades. Estamos ambos na casa dos quarenta com filhos com idades entre os cinco e os catorze anos.
Esta questão pode parecer estranha mas estamos a enfrentá-la. Não queremos pressionar os nossos filhos para virem trabalhar para a empresa familiar mas queremos dar-lhes a oportunidade. No entanto, sem conhecermos se os nossos filhos quererão o negócio, nós não sabemos se havemos de trabalhar muito para continuar a fazê-lo crescer por forma a atingir estabilidade ou talvez devamos começar a organizar-nos para uma possível venda. Estamos um pouco confusos, numa espécie de espera até que os nossos filhos cresçam. Algum conselho?
Se tiver accionistas externos a pressioná-lo, ficará logo a saber se terá de vender o negócio ou de fazê-lo crescer. Mas enquanto dois irmãos, numa fase semelhante de vida, com objectivos e valores comuns, deve sentir-se com a extraordinária liberdade para, por um lado, adoptar estratégias direccionadas não só para o mercado como também para os vossos próprios desejos. Não tem obrigação de fazer crescer o negócio, mas tenha cautela. É muito difícil manter o negócio estável, e fazer a mesma coisa o tempo todo pode levar a uma saturação por parte dos seus colaboradores e de vocês próprios. Uma empresa pouco interessante, é improvável que seja uma escolha atraente para os seus filhos.
O nosso conselho: Clarifique os seus próprios objectivos, individuais e de conjunto. Suponho que um dos objectivos seja ter um negócio saudável que pode fazer crescer, manter ou vender consoante as circunstâncias. Se for esse o caso, algum crescimento (não necessariamente um crescimento agressivo) é desejável. Preste atenção à criação de valor, seja para si, para os seus filhos ou para vender caso seja essa a opção.
O tempo é muito importante nas empresas familiares. Por causa da sua idade e da idade dos seus filhos, as questões acerca das quais nos abordou ainda são prematuras. No entanto, a chave é estar preparado quando as mesmas estiverem maduras. Será mais cedo do que pensa.
O Consultor UNILCO